sábado, 12 de julho de 2014

Cap. 2

Mateus Aguiar

 Na grade São Paulo, existia um garoto, de 14 anos de idade, chamado Mateus Aguiar, ele nem sempre viveu nessa cidade, Mateus havia nascido na cidade de Fortaleza no Ceará, mas depois da morte da mãe aos sete anos foi morar com o pai em São Paulo. Numa certa noite, Mateus havia saído tarde de uma festa, não estava muito longe de casa, mas começou a se apreçar, depois que viu nuvens de chuva, trazendo relâmpagos e trovões. Porém a tentativa foi em vão, quando Mateus estava na metade do caminho, já estava todo ensopado, foi quando ele ouviu um som que parecia ser um rosnado de um cachorro, Mateus imediatamente, olhou para trás, mas não havia cachorro nenhum. Mateus continuou a andar e de repente um vulto veio sobre ele, jogando-lhe de costas na parede de uma casa, Mateus, caio atordoado no chão e logo se levantou gritando:
- Quem está ai? – Ninguém respondeu. Mateus olhou em volta e percebeu que ele era a única pessoa na rua. Ele começou a andar mais de pressa, quando foi surpreendido mais uma vez, pelo vulto. Ele foi erguido pelo pescoço e jogado para trás, estava escuro mais conseguiu perceber que era uma pessoa de sua mesma altura e emitia um som, igual ao de um rosnado de cachorro. Mateus rapidamente se levantou e dessa vez começou a correr. E Mateus correu e correu até que parou, tomou coragem e gritou:
- O que você quer de min? – Quando Mateus se virou, se assustou ao ver uma garota, ela tinha longos cabelos ruivos e cacheados, parada atrás dele, segurando uma maleta. Mateus a reconheceu imediatamente.
- Priscilla? – Disse Mateus.
- Olá Mateus... Faz muito tempo. – Respondeu Priscilla suavemente.
- O que você está fazendo aqui em São Paulo?
- Vim falar com você.
- Priscilla, temos que sair daqui, tem alguma coisa... A solta. – Priscilla soltou um riso suave.
- Não se preocupe, comigo.
- Escuta, quando você disse que veio falar comigo, o que você queria me dizer? – Priscilla começou a abrir a maleta.
- Mateus lembra quando você me disse que estava me devendo um favor?
- Lembro. – Respondeu Mateus, fingindo que lembrava.
- Sabe certas pessoas lá de Fortaleza, começaram a perseguir um amigo meu e o mataram. – Falava Priscilla enquanto tirava uma enorme injeção com um liquido verde. Eau Mutant.
- Que horrível! – Disse Mateus olhando para a agulha da injeção. – E o que você quer que eu faça? – Priscilla apunhalou a injeção no peito de Mateus que começou a gritar de dor.
- Quero que me faça uma alcateia. – Cochichou Priscilla enquanto secava a injeção em Mateus, que caiu no chão se contorcendo de dor gemendo e logo depois começou a gritar, em quanto à mutação corria sobre o seu corpo e Priscilla ficou apenas observando a tortura de Mateus Aguiar.

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