segunda-feira, 29 de julho de 2013

Cap. 7

Os Primeiros Sintomas.




 - Mãe o Dennis não é um pestinha, tá? – disse João. – E sim, eu vou deixar ele dormir no meu quarto, por enquanto, é o que as pessoas fazem quando tem hospedes em casa.
- E se sumir uma coisa de valor? Quem você acha que poderia ter roubado? – Perguntou Tereza.
- Eu não tenho nada de valor, no meu quarto e se tivesse, eu sei que o Dennis não pegaria, ele não é nenhum ladrão! – João voltou-se para Dennis. – Dennis pode ir lá dormir. Boa Noite.
 Dennis entrou no quarto com pressa e fechou a porta, mas mesmo sem sua vontade ainda continuo escutando a discussão de sua tia e seu primo, no corredor até altas horas da noite, até que todos naquela casa sossegaram.
 E naquela noite um forte temporal despencou do céu trazendo raios e trovões. Em quanto dormiam tranquilamente em suas casas, em seus quartos, Dennis, Pedrinho, Alice, Anna e Carolina estavam começando a passar por transformações, devido a algo que sofreram no laboratório de Janderson. O sofrimento da transformação era terrível, Dennis, Anna e os outros passavam pelo mesmo, eles sentiam fortes dores, rolavam pela cama e chegavam a gemer, mas nada disso fazia com que eles acordassem.
 No quarto de Anna, uma leve nuvem de vapor saia da cama dela e seu corpo soavam muito, neste mesmo momento no quarto de Dennis, ele se contorcia de dor, até que, em um momento toda a dor que o incomodava se foi, seus olhos se abriram e suas pupilas contraíram-se. Seus olhos normalmente eram castanhos, mas naquele momento estavam explodindo em um tom vermelho.
 Enquanto isso, Pedrinho e Alice também gemiam de dores de repente garras enormes cresceram nos dedos de Alice, que rasgava seus cobertores sem querer enquanto dormia, os esporos na pele de Pedrinho se dilatavam e então vários espinhos brancos cresceram em todo o seu corpo.  
 Com Carolina o caso era diferente, ela dormia tranquilamente, mas algo estranho acontecia em seu quarto. Próximo de sua cama, Carolina mantinha um copo d’água ao seu lado, pois sempre sentia sede durante à noite. A água que estava no copo começou a flutuar, como se não houvesse gravidade. Manchas de umidade começaram a surgir nas parede do quarto dela, pois a água que corria nos encanamentos se movia com muita velocidade e chegando a criar vazamentos.
 Enquanto isso, Anna não fazia a menor ideia do perigo que estava passando, pelo menos que iria passar, Dennis se levantou devagar de sua cama e se virou rapidamente para a janela, assustado com os trovões, sua audição estava muito aguçada. E naquela escuridão da casa, só os flashes de luz dos relâmpagos iluminavam os corredores e o barulho dos trovões fazia as paredes da casa toda estremecer. No quarto de Anna, um relâmpago flagrou Dennis no meio da escuridão, ao lado de sua prima. Dennis curvou sobre os joelhos, arreganhando a boca e de repente, seus dentes caninos cresceram. Assim que Dennis estava à alguns centímetros do pescoço de Anna, um brilho laranja, meio avermelhado acompanhado de um imenso calor saiu do corpo dela, os olhos de Dennis se irritaram imediatamente de ante da luz, que fluía do corpo de Anna. E então Dennis deu um grito desumano, pôs as mãos na frente do rosto e saltou sobre a cama de sua prima.
 Como todas as manhãs, da semana, até mesmo nos feriados, o despertador de Carolina lhe acordou as 06h30min da manhã e assim que ela abriu os olhos se espantou ao perceber que seu reflexo estava no teto de seu quarto. Ela ficou pasma ao ver aquele estranho espelho sobre a sua cama, e então Carolina se levantou bem devagar, para ter certeza do que ela estava vendo no teto era mesmo real, mas antes que Carolina colocasse o pé no chão uma gota d’água caiu em seu rosto, neste momento Carolina percebeu que aquele espelho misterioso tinha se formado por água, que de algum jeito havia se acumulado no teto do quarto. Quando ela pôs o pé no chão de repente o espelho se desmanchou em ondas tremulas, com medo de que aquela água toda caísse sobre ela, pós o pé de volta na cama, ela então pensou, que se talvez se ela corresse bem rápido pra fora do quarto ela poderia sair sem se molhar, mas não deu nem tempo de se alevantar assim que ela colocou o pé de volta no chão o espelho se desfez em milhares de gotas inundando todo o seu quarto e deixando Carolina toda ensopada. Em outro quarto na casa da frente, Alice acordou esticando os braços e bocejando, quando logo depois percebeu que todos os seus cobertores estavam agressivamente rasgados. Alice ficou pasma, Depois ela olhou para seus dedos e se espantou ao ver as enormes garras ao invés de lindas unhas delicadas e pintadas de esmalte rosa com glitter.  Alice perdeu completamente a preocupação nos cobertores rasgados e começou a gritar:
- O que aconteceu com a minha manicure? – Depois do grito as unhas encolheram e voltaram ao normal. – Ah, assim é melhor. Desde que suas unhas estejam perfeitas, Alice, não se importou em saber o que ouve com os seus cobertores. Depois do pânico ocorrido Alice perdeu o interesse em tudo depois de ouvir sua barriga roncar, nesse momento Alice pulou da cama, correu para a cozinha e abriu a geladeira. Furiosamente Alice, começou a revirar a geladeira a procura de algo para comer, até que sentiu o cheiro do frango numa bandeja coberto por papel alumínio, ela pegou a bandeja e com as próprias mãos começou a comer o frango, o pai da Alice que havia acabado de chegar da padaria com uma sacola cheia de pães para o café da manhã, se assustou a ver a sua filha sentada no chão, de frente para geladeira desesperadamente comendo frango. Ele nem a reconheceu direito, pois Alice nunca havia feito aquilo, mas por outro lado pensou que ela apenas tinha acordado com muita fome. O pai de Alice ainda assustado perguntou:
- Alice, está com fome? Eu já trouce os pães. – Mas Alice não respondeu, ele então chegou um pouco mais perto e perguntou outra vez.
- Prefere frango? – Alice não estava dando nem um pouco de atenção. Até que o pai da Alice chegou bem, mas perto dela e pôs a mão em seu ombro e perguntou:
- Alice, está me ouvindo? – Mas quando ele pôs a mão no ombro dela, levou um susto muito maior, Alice se virou e deu um grito enfurecidamente, mas não um grito de uma garota raivosa, um grito de um animal selvagem, quase como um rugido. Depois de gritar (ou rugir) Alice voltou a comer. Outra que estava gritando, mas não por mutação e sim por natureza era Tereza, a mãe de João e Anna, que estava acordando Dennis e os outros dois. Mas Anna acordou alegremente ouvindo o canto dos pássaros, quando ela se levantou, Anna percebeu sua cama estava úmida, devido ao calor que sentiu na noite passada, Anna encharcou os seus cobertores de suor. Sem se lembrar de tudo que sentiu, Anna pensou: “Ou eu fiz xixi na cama ou suei feito um porco”, Anna desejou muito que aquilo fosse suor, pois só em imaginar que se enrolou em cobertores molhados de urina lhe dava muito nojo. Antes que ela fosse cheirar os lençóis Anna ficou toda arrepiada de medo quando sentiu uma respiração em seu cabelo, como se alguém estivesse bem atrás dela, Anna era do tipo que se assustava fácil, mas não era medrosa. E então se virou imediatamente para saber quem estava atrás dela, mas quando olhou não havia ninguém foi ai que ela ficou apavorada, ficou mais ainda quando voltou a sentir a respiração, mas não só sentiu ela ouviu foi quando olhou para cima e então ela ficou assustada, apavorada, amedrontada, arrepiada e traumatizada quando viu seu primo Dennis pendurado no teto de cabeça para baixo dormindo, sua pele estava branca, parecia morto. Anna cochichou: “Dennis?” E de repente ele abriu os olhos, vermelhos como sangue. Fazendo com que Anna gritasse de susto que é o que ela estava se segurando para não fazer a muito tempo. Dennis então depois de acordado deu um salto-mortal ficando de pé.
- Como conseguiu... Como você foi parar no teto? – Anna estava tão assustada que nem sabia como perguntar. – E por que você tá tão pálido?
- Anna está um belo dia. Vamos tomar café? Estou faminto. – Respondeu ele, parecendo ignorar as perguntas de sua prima. Na verdade Dennis não estava acordado, ali não era ele mesmo falando com sua prima. Acontece que na noite passada quando seu DNA foi completamente transformado, Dennis se levantou no meio da noite, mas não estava sonambulo, era os seus extintos de um morcego que havia lhe dominado e estava à procura de sua primeira presa. Quando Anna, João e Dennis estavam a caminho da cozinha – Ainda de pijama. - Tereza estava lá em baixo na escada com um sorriso enorme no rosto e disse:
- Oh o meu queridinho, Acabou de acordar! Dormiu bem? – Dennis que era o primeiro que estava descendo a escada pensou que fosse com ele e também pensou que talvez ela já houvesse se acostumado com a sua presença.
- O que? Quer dizer... É eu dormi bem!
- Cala boca moleque, não falei com você, foi com o meu bebê! - Ela abriu os braços para abraçar João. Que disse:
- Mãe eu não sou mais um bebê! E Não acredito que você ainda tá falando com ele assim depois da nossa conversa ontem!
- Ah João! Vamos tomar café e deixar essa besteira de lado. - Dennis intendeu que ela se referia a ele com a palavra besteira, mas não ligou e João também não queria começar outra discussão no começo do dia. Todos foram para a mesa e assistiam a um Telejornal que começava na televisão que havia na cozinha. A jornalista falava sobre o clima: “Mas que chuva foi aquela que caiu ontem hein? Se preparem, pois aquilo é pouco comparado com que tem previsto para Fortaleza, segundo aos meteorologistas parece que a cidade vai receber a chuva do século! Enormes nuvens carregadas vindas do Atlântico estão se dirigindo em direção a todo o estado do Ceará. Então se preparem porque o clima vai fechar!” Tereza ficou revoltada.
- Arre égua! Eu estava doida pra pegar um bronze na praia, mas não vô poder ir porque vou ter que ficar em casa cobrindo os móveis com plástico e colocando baldes embaixo das goteiras. É só esse menino vir pra cá que essas coisas acontecem! – João olhando pra a xicara de café resmungou:
- Mãe!
- Tá bom. Já parei! – Tereza pegou a caixa de cereal e levou para Anna. – Aqui filha quer mais um pouquinho? – Mas quando ela tocou o ombro de Anna percebeu que a pele dela estava muito quente.
- Garota você tá queimando! Você tá bem?
- Estou.
- Meu Deus! Mas você está ardendo em febre. – Tereza colocou a mão sobre a testa, pescoço e nas orelhas de Anna.
- Mãe eu estou ótima, não estou com febre. – João percebeu que Dennis não estava comendo seu cereal. Ele estava de olhos fechado apoiando a cabeça.
- E você Dennis tá tudo bem? – Perguntou João.
- Estou. – Respondeu Dennis com uma voz bem baixa.
- Não é o que parece. Esta com dor de cabeça?
- Um pouco... É impressão minha ou o sol está muito forte?
- Não, está normal.
- Está queimando os meus olhos! – Tereza tossiu dizendo: “Que frescura!”
- Mãe eu estou me sentindo muito bem não estou com febre. – disse Anna.
- Tá com febre sim! Já sei, vou prepara um banho bem gelado pra você.
- Mas mãe, tá de manhã e tá fazendo frio. E eu não estou com febre! – Depois do café da manhã e do banho frio Anna desceu até a lanchonete, pois Alice aparecera para conversar com ela, junto com Carolina e Pedrinho. Anna abriu o portão e sentou-se junto com os amigos numa mesa, enquanto a lanchonete não estava aberta.
- Oi! Porque vocês vieram tão cedo? – Alice respondeu:
- Eu vim aqui pra falar com você.  Já esses dois ai, eu não sei. Vai ver, eles não devem ter mais o que fazer e vieram pra encher o saco! – Carolina que estava trazendo uma mochila, jogou-a em cima da mesa e murmurou:
- Estou aqui para conversar sobre os fatos que ocorreram na noite passada! E também sobre... – Alice a interrompeu dizendo:
- Bom eu não vim pra falar sobre isso mais já que cheguei primeiro eu decido sobre o que vamos conversar! Muito bem, hoje de manhã aconteceu uma coisa muito estranha comigo eu gritei com o meu pai e... – Anna falou:
- Alice, não a nada de estranho em discutirmos com os nossos pais. Principalmente nessa faze da adolescência.
- É eu sei, mas eu não estava discutindo com ele eu, soltei um grito estranho pra ele porque ele me interrompeu enquanto eu comia. – Pedrinho comentou:
- Ah isso acontece comigo sempre! Na hora que estou comendo alguma coisa bem gostosa ai alguém aparece e me interrompe. Ah isso me dá tanta raiva!
- Enfim eu... Eu não sei o que tinha na minha cabeça, eu apenas estava com muita fome hoje de manhã e devorei o resto do frango frito, do jantar de ontem na geladeira, nem sei por que eu fiz aquilo eu, joguei fora dois meses de ginástica!
- Então... – Analisou Anna. – Você teve um ataque de fome?
- Ai, mas não foi só isso. – Continuou Alice. – Assim que eu havia acabado de acordar os meus lençóis estavam todos rasgados sabe? Tipo, só os farrapos? E então eu olhei para as minhas mãos e... Eu podia jurar ter visto garras enormes e feias! Ai foi horrível. – Carolina perguntou:
- Você disse que viu garras em suas mãos e onde elas estão? Você as cortou? - Alice respondeu:
- É claro que não! Eu ordenei que elas voltassem ao normal. Eu sou Alice minha filha eu não ando com feiura! – Anna perguntou:
- E você Caroline, o que te aconteceu?
- Bom, eu havia acabado de me acordar e eu simplesmente vi no meu teto algo que parecia ser um espelho.
- Um espelho?
- É eu pensei que estava sonhando, mas não estava. Quando tentei sair da cama o espelho começou a se tremer fazendo ondulações, foi ai que eu descobri que o espelho era feito de água. Eu sei que pode parecer loucura! Mas de algum jeito havia água no meu teto, com se não houvesse mais gravidade e por mais louco que pareça eu acho que sentia a água, como se a água só se movesse a cada sentimento e pensamento meu.
- Você não estava tendo uma alucinação? – Perguntou Anna.
- Claro que não! Eu sei bem o que eu vi. - Pedrinho perguntou curioso:
- E o que aconteceu? Como você realmente teve certeza que era água no seu teto?
- Bom, eu tentei sair do meu quarto para... Mostrar para os meus pais, antes que aquela água todo caísse sobre min. Mas quando eu tentei sair da cama a água derramou toda sobre min.
- E você mostrou pro seus pais?
- Não. Eu disse que as goteiras molharam o meu quarto, ontem à noite, enquanto eu dormia. – Anna voltou a perguntar:
- E você Pedrinho que coisa estranha aconteceu com você?
- Ah, saca só. – Ele apontou para o cabelo que estava todo espetado. – E podem acreditar isso aqui não é gel! – Ninguém se entenreço no que ele disse então Carolina falou:
- Bom pessoal, uma grande coincidência aconteceu. Todos vieram aqui para falar sobre o mesmo assunto: algo de anormal que aconteceu conosco nesta manhã. Mas e você Anna, oque aconteceu com você?
- Hmmm outra coisa além de eu estar supostamente febril, nada.
- Tem certeza? Cadê o Dennis? – De repente o olhar de Anna ficou com uma aparência preocupada e sussurrou:
- Bem, era sobre ele que eu falar.
- Por quê? – sussurrou Carolina.
- Porque ele é a coisa estranha que me aconteceu hoje. Acho que agora sei o que a Priscilla quis dizer com “um de vocês é uma ameaça a todos que o cercam!”.
- Como assim?
- É que hoje de manhã ele acordou com um comportamento muito esquisito.
- Quem está com um comportamento esquisito? – Todos se assustaram quando Dennis havia feito essa pergunta. Pois ele estava bem próximo da mesa, porém ninguém notou que ele estava lá. Anna gaguejou bem nervosa.
- Você... Faz tempo que, que você tá ai?
- Ainda não responderam a minha pergunta? – A pergunta de Dennis suou bem arrogante mais ele estava com o seu sorriso sarcástico no rosto.
- Ahm, nos estávamos falando sobre o comportamento estranho do Janderson, não é pessoal? - Os outros concordaram com Anna.
- É e também sobre o que aconteceu ontem à noite na casa dele. – Falou Carolina.
- Ok. Então vamos para um local mais seguro para falar sobre esse assunto. – E então todos foram para o quarto de Anna. Chegando lá comentaram com Dennis sobre Janderson.
- Então pessoal vocês viram o Janderson por ai? – Perguntou Dennis.
- Dennis, precisamos conversar sobre outro assunto muito sério com você. – disse Anna.
- Sobre o que?
- Hoje de manhã, sintomas e fenômenos diferentes aconteceram com cada um de nós. – respondeu Carolina.
- Que tipo de Sintomas? – E então Anna, Carolina, Alice e Pedrinho contaram suas histórias. Dennis disse:
- E então porque hoje de manhã nada de estranho aconteceu comigo?
- Tá legal, não pode ter acontecido algo de estranho com você. – Falou Anna. - Mas você está agindo de uma forma bem estranha. - Dennis soltou uma risada bem sonolenta.
- Como assim Anna? Eu estou supernormal.
- Dennis hoje de manhã você acordou de cabeça para baixo, no teto do meu quarto! Sua pele está pálida e você está todo sensível a luz do sol.
- Não estou sensível à luz do Sol. – Anna deu um suspiro, foi em direção a sua cômoda, abriu a gaveta, tirou uma lanterna e acendeu a luz bem na cara de Dennis. Todos se espantaram com o que viram, Dennis se esquivou fazendo um ruído com a garganta, como se Anna tivesse lhe jogado alguma coisa ardente no rosto em seu rosto. Achando que estava em chamas Dennis se olhou num espelho e viu olhos, vermelhos como sangue, seus dentes canino estavam enormes e lentamente começaram a encolher, foi quando, ele voltou a si. Anna percebeu que Dennis estava agora, mais assustado do que todos os outros.
- Dennis você esta bem? – Dennis olhou confuso em volta e perguntou:
- Porque estamos todos aqui no seu quarto? – Todos começaram a olhar preocupados para o rosto de Dennis.
- O que esta acontecendo comigo? – Dennis voltou a se olhar no espelho e voltou a perguntar dessa vez desesperado. – O que esta acontecendo comigo?
- Está tudo bem Dennis. – Disse Anna tentando acalma-lo. – Vai ficar tudo bem.

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