segunda-feira, 29 de julho de 2013

Cap. 12

Penetrando na Festa.


 Já estava começando a anoitecer quando todos começaram a se preparar para a missão, além dos codinomes todos escolheram uma cor para identificar cada um, por exemplo, Anna estava vestida de vermelho com uma blusa aberta nas costas para facilitar a passagem de suas asas, Carolina estava vestida de azul, com uma pequena garrafa térmica de água pendurada em seu cinto, caso precisasse usar seus poderes, Pedrinho escolhera se vestir de branco, mas todos acharam que o branco é uma cor muito chamativa, então o ordenaram a se vestir de cinza.
- Você tem uma jaqueta de couro!? – Disse Anna a Dennis, que ficou bem surpresa ao ver o que seu primo estava vestindo.
- É eu tenho, por quê?
- Nada não, é que isso é tão “badboy” pra você! – Dennis estava vestido de preto, isso deixa à todos surpresos.
- Mas eu sou badboy!
- Tá, me engana que eu gosto! – Dennis, Anna, Carolina e Pedrinho haviam preparado um plano para Janderson, mas para realiza-lo precisavam localizar o garoto, então Carolina teve a ideia de usar o sonar de Dennis para saberem o local exato de onde Janderson estava. O sonar dos morcegos é um som emitido pelos morcegos, de altíssima frequência, inaudíveis pelo homem.  Esses impulsos de ultrassom, ao atingirem um objeto, são refletidos em forma de ecos e captados pelos ouvidos. Todos foram para a varanda, Dennis desativou o dispositivo R.N.G., arreganhou a boca e soltou um grito agudo e muito potente que se espalhou por todo o quarteirão, em menos de 5 segundos o som voltou todo para o ouvido dele causando lhe muita dor. Com o encorajamento dos amigos, Dennis tentou fazer outra vez, dessa vez o sonar foi transmitido mais baixo e Dennis conseguiu ouvir uma conversa de Janderson com seus amigos, eles estavam a caminho de uma festa de aniversário. Por volta das 7:00hs da noite, nas ruas da Barra do Ceará, quatros crianças foram vistas (Sem a Alice, eram apenas quatro agora.) eles andavam em alta-velocidade em bicicletas, subindo e descendo as ruas, naquela momento eles estava realizando sua segunda missão. Naquela noite estava acontecendo uma festa de aniversário, de 14 anos, de um garoto chamado Lucas, um velho conhecido de Janderson, e Dennis, Anna, Carolina e Pedrinho planejaram se infiltrarem nessa festa a fim de abordar Janderosn e “bater um papo” com ele.
- O quê? Nem pensar! Vocês querem que eu entre numa festa disfarçada, com peruca loira, como se fosse a Hanna Montana? – Gritou Anna jogando uma peruca para Dennis, em frente à casa de Lucas.
- É só um disfarce! O que você tem que fazer é só fingir que é uma acompanhante do Janderson. – Disse Dennis devolvendo a peruca a Anna.
- Uma das acompanhantes dele? Dennis, os servos do Janderson vão estar lá! Eles vão estragar tudo. A Carolina não pode ir?
- Não. Eu vou ficar de vigia aqui fora, fazendo contato com dispositivo R.N.G. Ah! Já ia me esquecendo. – Carolina tirou a mochila das costas e pôs no guidom da bicicleta. Carolina abriu a mochila e dela retirou três caixinhas cada uma estava escrita com o nome de Dennis, Anna e Pedrinho. Carolina deu as entregou aos seus amigos e eles abriram, e em cada caixa havia um relógio da marca Champion, por coincidência as cores dos relógios combinavam com as roupas de cada um.
- Como você sabia que vermelho é a minha cor favorita? – Disse Anna.
- Carolina porque você esta nos dando esses relógios hein? – Perguntou Pedrinho.
- Por que isso não são relógios são os novos dispositivos R.N.G. só que bem menores.
- Ah, finalmente eu não preciso mais andar com essa coisa enorme no meu braço! – Disse Dennis.
- Só que dessa vez eu fiz umas alteraçõezinhas esses aparelhos não só, nos permitem controlar os nossos poderes como também nos possibilitam de se comunicar uns com os outros e nos localiza caso alguém acabe se perdendo. – Dennis falou:
- Legal, agora será que podemos iniciar logo a nossa missão? – Anna disse:
- Tá então eu entro, lá na festa, e obrigo o Janderson a falar comigo. Mas quem garante que os amigos deles não vão me reconhecer e me impedir? Vão estragar o nosso plano.
- É por isso que eu e o Pedrinho vamos entrar depois de você, vamos ficar observando tudo. – Dizia Dennis. – Seremos os seus guarda costas e provavelmente o Janderson, não é tão doido pra causar uma briga. – Carolina falou:
- E eu vou ficar aqui fora passando as instruções. – Pedrinho disse:
- É isso ai Anna, não precisa se preocupar querida eu e o meu cunhado vamos te proteger, né Dennis?
- Pedrinho na verdade, cunhado seria o irmão da Anna, eu sou primo dela. – Perguntou Dennis.
- Eu já sabia.
- Ah, vamos logo com isso! – Murmurou Anna. E assim eles fizeram como planejado esconderam as bicicletas. Anna colocou a peruca loira, que lhe caiu muito bem, ela tocou a campanhinha foi quando apareceu um homem enorme de roupa preta com uma prancheta que lhe assustou um pouco, mas quando disse que era uma acompanhante do Janderson, ele logo a deixou entrar. Quando Anna entrou percebeu que não era uma festa simples como pensou que fosse, a casa era enorme, estava cheia de adolescentes, dançando ao som de uma musica eletrônica, muito alta e também havia muitos jogos de luz, o que dificultava Anna de enxergar, depois que ela saiu do meio da multidão, do barulho e das luzes foi para outra sala onde a musica tocava mais calma e onde as pessoas dançavam em pares e nessa sala avistou Janderson - como imaginava - junto com seus amigos, Junior, Julie e Priscilla. Janderson estava conversando com um garoto, alto, branco e com o cabelo todo espetado que Anna não reconheceu era Lucas.
- E porque você acha que eu vou aceitar trabalhar pra você? – Perguntou Lucas.
- Por que eu posso te dar algo em troca. – Cochichou Janderson.
- Ah é, tipo o que?
- Hmmm eu posso te dar habilidades que você sempre quis. Você já se imaginou como o garoto mais rápido do mundo, ou o mais forte ou talvez o mais inteligente? – De repente Lucas ficou com expressão séria no rosto.
- E você poderia fazer isso?
- Claro que sim, eu só preciso que faça algo pra min. – Janderson fez um sorriso malicioso.
- O que? – Antes que Janderson respondesse Anna o interrompeu gritando:
- Janderson meu amor!
- Mas quem é você? – Janderson perguntou. – Anna?
- Quem é Anna? – Perguntou Lucas confuso. Antes que Janderson respondesse Anna, lhe interrompeu outra vez.
- Ah, é que ele confunde meu nome! O meu nome é... É Lana! É isso, Lana.
- E quem é você? – Perguntou Lucas.
- Eu sou a namorada, do Janderson meu bem!
- Você namora? – Lucas perguntou a Janderson.
- Eu não! – Anna soltou uma risada tão alta que chamou a atenção de todo mundo na sala.
- Ele é tímido. Coitadinho! – Disse Anna.
- Espera um pouco ai eu acho que te conheço de algum lugar. – Disse Lucas.
- Sabe como é que sou que nem dinheiro eu passo pela mão de todo mundo, já namorei com quase todos os meninos aqui da vizinhança sabe, tá a fim de ser o próximo?
- Anna! – Disse Janderson.
- É Lana! Querido. – Rosnou Anna. – Janderson será que você pode vir conversar comigo?
- Nem pensar. E vê se vai embora daqui Anna!
- Qual é Janderson? Não precisa falar assim com a garota desse jeito. – Disse Lucas.
- Preciso sim! – Anna falou:
- Tá tudo bem. É que às vezes ele tem um chilique. – Janderson:
- Eu tenho chilique coisa nenhuma e essa garota, a Anna, não a minha garota! – Anna:
- O meu nome é Lana meu amor. – Lucas:
- Espera aí, o nome dela é Lana ou é Anna? – Janderson:
- É Anna!
- É Lana, seu idiota! – Anna gritou com Janderson.
- Mentira, o nome dela é Anna! – Lucas gritou:
- Será que alguém pode me explicar o que é que tá acontecendo aqui? – Janderson suspirou.
- Lucas se lembra das pessoas que eu te falei que querem estragar os meus planos? Essa garota é uma delas. – Lucas gritou:
- Galera? – E então três garotos que estavam dançando largaram seus pares e se juntaram a Lucas. Provavelmente os seus “parceiros”.
- Essa garota é uma dos “vacilões”. Levem-na daqui! – Anna cochichou:
- Essa não! – Dennis que observava tudo de longe apertou um botão no seu, dispositivo R.N.G., como se fosse um minúsculo notebook, a parte do relógio que mostra as horas se levantou, embaixo havia um minúsculo teclado e uma tela.
- Pedrinho, venha para a segundo pista de dança a Anna precisa da gente agora! – Disse Dennis para o dispositivo, Pedrinho respondeu:
- Ok. Já estou indo.
- Já aguentei demais, essa garota e seus amigos intrometidos! – Disse Janderson segurando Anna pelo braço.
- Então a Lana, não é a sua namorada? – Falou Lucas.
- É claro que não! – Gritou Janderson. – E o nome dela não é Lana é Anna e nem loira ela é. – Anna rapidamente colocou as mãos na cabeça, mas ela foi muito lenta, Janderson arrancou a sua peruca deixando ela apenas de toca.
- Ah! Você é careca? – Gritou Lucas.
- Isso! É eu sou careca, eu tenho câncer e... E... É do tipo bem contagioso então é melhor mandar ele me largar! – Disse Anna.
- Espera um pouco ai? Ah, já sei quem é você! Você é Anna. – Falou Lucas.
- Você me conhece?
- Claro. Você não se lembra de min?
- Fizemos o Jardim de Infância juntos, eu andava com você e a sua amiga a... A Alice eu acho. E eu vivia dizendo que eu ia se casar você não lembra?
- Ah meu Deus! Lucas é você mesmo? Mas tá tão crescido, tão bonito!
- Você vai ficar ai batendo um papinho com ela ou vai se livrar logo dela? Os amiguinhos dela estão aqui e é melhor pensar rápido. – Disse Janderson.
- Sabe Janderosn acontece que eu já pensei. Cansei de ser seu brinquedinho! – Falou Lucas.
- Ah é mesmo? – Dennis e Pedro finalmente haviam chegado para o resgate.
- Anna está tudo bem? – Perguntou Pedrinho. Depois que Lucas viu os dois, olhou nos olhos de Anna e disse:
- Anna, vá embora pegue os seus amigos e fuja daqui. – Anna tirou a toca, lhe revelando seus longos cabelos ondulados castanhos, ela sorriu para Lucas e se foi junto com Dennis e Pedrinho.
- Então vai ser assim não é? – Disse Janderson.
- É! – Gritou Lucas.  Janderson, Junior, Priscilla e Julie puxaram de dentro das roupas pistolas, assim que todos na sala viram aqueles adolescentes com aquelas pistolas, todos começaram a correr e a gritar. Os Amigos de Lucas tentaram correr, mas de nada adiantou, Janderson ordenou que atirassem e Julie, Priscilla e Junior miraram neles e os acertaram.
- Janderson, calma você não está pensando direito. – Disse Lucas.
- Sabe Lucas? Acontece que eu já pensei. – Disse Janderson enquanto apontava a arma Lucas, depois puxou o gatilho e acertando-lhe no peito. Enquanto Anna ia em direção à saída junto com Dennis e Pedrinho, ela ficou muito preocupada, pois já sabia que Janderson havia feito alguma coisa quando ouviu os gritos das pessoas que corriam desesperadas e os comentários sobre alguém ter levado um tiro.
- Agora vamos atrás dos vacilões! – Disse Janderson aos seus amigos. Dennis através dos dispositivos se comunicou com Carolina.
- Carolina a missão está sendo cancelada, pegue a bicicleta e fuja! – Disse Dennis enquanto corria segurando a mão de Anna, seguindo a multidão assustada.
- Tá todo mundo correndo desesperado, o que houve? – Perguntou Carolina, tentando esconder o dispositivo das pessoas.
- Depois agente conversa! – Quando Dennis havia dito isso já estava fora da casa de Lucas. Anna, Pedrinho e Dennis pegaram as bicicletas, montaram-se e se foram.
- Quem era o garoto que falou com você Anna? – Perguntou Dennis.
- É! Quem era o outro garoto, que falou com você? – Interrogou Pedrinho.
- Era só um amigo, que provavelmente não vou ver nunca mais. – Respondeu Anna entristecida. Depois que, praticamente todos, haviam saído da festa, Janderson e seus amigos saíram da residência.
- Peguem eles! Mas eu os quero vivos. – Disse Janderson sorrindo maliciosamente para os seus amigos. Junior e Priscilla saíram correndo pela rua, Julie deu salto e escalou a parede de uma casa até que chegou ao telhado e se foi. Quando Janderson ouviu as viaturas da policia fugiu para o beco mais próximo que encontrou. Os quatro, Dennis, Pedrinho, Anna e Carolina estavam pedalavam em tranquilidade com as bicicletas, indo de volta para suas casas, quando foram surpreendidos por Julie saltando de um telhado sobre Anna, que a derrubou no chão. Anna não perdeu tempo se levantou, sentou se na bicicleta e acelerou as pedaladas. Os outros fizeram a mesma coisa, Julie começou a correr de quatro o que chamou muito a atenção das pessoas na rua, Junior e Priscilla haviam pegado um atalho e num piscar de olhos também estavam perseguindo os outros com Julie. Dennis gritou:
- Separem-se! – Anna entrou em uma rua e continuou a ser perseguida por Julie, Carolina entrou em um beco que foi perseguida por Priscilla. Mas Dennis e Pedro continuaram na mesma rua sendo perseguidos por Junior.
- Pedrinho por que você não entrou em alguma outra rua? – Gritou Dennis.
- Eu não vou abandonar o meu parceiro! – Gritou Pedrinho de volta.
- É sério?
- É e também por que eu não estou a fim de ser perseguido sozinho.
- Ah. - Carolina entrava nos becos mais estritos e cheios de degraus, mas Priscilla continuava a lhe seguir como um cão de caça, até que Carolina entrou em uma rua que estava cheia de poças d’água. Carolina sentia a água de todas as poças daquela rua e quando sentiu que Priscilla pisou em uma delas, fez com que a água daquela poça segurasse o pé dela, Priscilla grunhiu feito um cachorro e se espatifou caindo de cara no asfalto, esborrachada no chão Priscilla gritou:
- Eu te pego sua pestinha! – Anna, que estava sendo seguida por Julie, havia entrado em uma rua que a levou para uma avenida, Anna passava pelas fendas mais estreitas entre carros e caminhões, ela era muito veloz na bicicleta, mais Julie era muito mais, mesmo correndo de quatro. E então Anna teve uma ideia, ela apertou um botão no seu dispositivo R.N.G. E de suas costas saíram as suas asas jogando penas para todos os lados, Julie ficou impressionada ao ver aquelas enormes asas castanha, com uma cauda de duas pontas, Julie disse para si mesma:
- Não é toa que eu quero tanto matar essa garota, felinos gostam de caçar pássaros. – O sinal ainda não estava aberto, e uma multidão de carros passava sem acabar, então Anna distraiu Julie com suas assas levando-a para o transito pesado, quando Anna percebeu que já estava bem próxima do cruzamento bateu asas e voo. Sua bicicleta que continuou a andar sozinha foi para debaixo de um caminhão e Julie que percebeu que estava prestes a ser atropelada, gritou de medo e fugiu para a calçada. Dennis e Pedrinho continuavam a ser perseguidos por Junior, ele não se cansava nunca, corria como se fosse uma máquina, Junior conseguiu chegar bem perto de Dennis e se segurou no canote da bicicleta dele, um tubo de metal que fica abaixo da sela, fazendo com que Dennis diminuísse a velocidade. Vendo isso Pedrinho apertou um botão no R.N.G. liberando a sua mutação pelo corpo, e então aquela mesma camada de espinhos brancos cresceram sobre o seu corpo, na parte das costas, em volta do rosto e na parte de trás dos braços e das pernas. Pedrinho se virou, levantou a mão em direção a Junior e lhe lançou espinhos, mas a pele dele era tão dura, que nenhum espinho lhe fez um arranhão. Então Dennis se virou para Junior, ergueu uma das pernas e chutou Junior bem no rosto e o grandalhão soltou a bicicleta e caiu para traz.
- Cara? Você mandou muito bem! – Disse Pedrinho impressionado. Logo depois, Carolina entrou na mesma rua, juntando-se a Dennis e Pedrinho, atrás dela vinha Priscilla, correndo mais feroz do que nunca, acompanhada de Julie e Junior, que estava de pé outra vez. De repente Anna apareceu, lançando chamas pelas mãos, fazendo uma enorme curtinha de fogo, protegendo aos seus amigos. Dennis, Carolina e Pedrinho então frearam as bicicletas.
- Anna? – Gritou Dennis para sua prima no ar. – Voe para casa, imediatamente, perseguimos o Janderson outro dia. – Anna assentiu e voo. Logo depois que Anna se foi, Julie, Priscilla e Junior saltaram sobre as labaredas, enquanto Dennis, Pedrinho e Carolina estavam de costas, quando Dennis se virou Julie já estava com a pistola na mão mirando em Anna. Dennis gritou:
- Não! – Mas já era tarde, Julie puxou o gatilho e acertou a coxa de Anna, que despencou do céu da noite, Junior atirou em Pedrinho e Priscilla atirou em Carolina, Janderson apareceu, e cochichou no ouvido de Julie:
- Só falta mais um minha querida. – Julie apontou para Dennis, ele não fugiu, nem tentou lutar, apenas começou a andar em direção a Julie esperando o tiro. Julie puxou o gatilho, e atirou no ombro esquerdo de Dennis, que logo descobriu que as balas eram dardos tranquilizantes, ele começou a sentir, dormência correr pelo seu corpo, mas a raiva que sentia por aquelas pessoas era tanta, que ele arrancou o dardo de seu ombro e permaneceu em pé. Julie e os outros ficaram muito assustados. Janderson falou para Julie.
- O que está esperando? Atire de novo. – Julie atirou outra vez, acertando o ombro direito de Dennis, ele nem se importou apenas, arrancou o dardo do ombro e jogou no chão, Julie atirou outra vez acertando-lhe no meio do peito e Dennis nada de adormecer. Quando Dennis já estava bem perto deles Julie tentou atirar outra vez, mas as balas haviam acabado foi quando Dennis, não aguentou mais e desmoronou, caindo no chão ainda de olhos abertos. Dennis ainda pode ouvir um pouco Julie dizendo impressionada.
- Eu nunca vi alguém como esse como esse garoto!
- Eu também não. – Disse Janderson admirado. – Mas ele é só mais um idiota que acabar com os nossos planos, é uma pena.

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