A Tempestade Contaminada.
A aeronave começou a fazer decolagem, as elicies nas pontas das asas começaram a girar e o laboratório inteiro começou a tremer. Um alçapão se abriu no teto do hangar. Como o laboratório e o hangar ficavam no subterrâneo, o que era um quintal da casa de uma senhora, se transformou em uma enorme cratera quadrada e dela saindo uma gigantesca aeronave, lançando poeira para todos os lados. E a senhora que ia estender roupas ficou muito apavorado e começou a rezar. Todos do bairro ficaram admirados, olhando para enorme aeronave que subia os céus, e começaram a se perguntar de onde ela surgiu e pra onde ela vai. Quando Janderson chegou acima das nuvens, liberou as capsulas derramando a fórmula Eau mutant sobre elas.
- Não tem como se soltar dessas correntes, estão presas com um cadeado! – Disse Anna.
- Temos quanto tempo? – Perguntou Dennis.
- Seis minutos! – Gritou Carolina.
- Dennis, porque você não usa sua força e quebra essas correntes? – Pergunto Pedrinho.
- Eu sou o Garoto Morcego não o Garoto Hulk! E mesmo se eu pudesse, eu não consigo alcançar o dispositivo R.N.G.
- Anna você não acha que conseguiria derreter as correntes com o seu fogo? – Perguntou Carolina.
- Não, depois do que eu fiz com você eu não treino direito os meus poderes e eu não quero queimar ninguém!
- Eu sei Anna, eu sei o quanto você se sente culpada pelo que fez comigo, mas agora só temos quatro minutos até aquela bomba explodir, você precisa tentar!
- Tá, mas eu não alcanço o meu R.N.G.
- Ele só serve para nos ajudar a controlar os nossos poderes, não precisamos soltar a nossa mutação sempre.
- Tudo bem. – Disse Anna. Ela respirou fundo e fez o corpo inteiro ficar em chamas.
- Agora você só precisa concentrar todo o calor dentro de você! – Disse Dennis.
- Vou tentar. – As labaredas começaram a diminuir, mas o corpo de Anna começou a brilhar mais forte e a produzir muito mais calor. Quando ela se deu de conta, estava sentada em uma cadeira carbonizada com metal derretido em volta. Anna imediatamente se levantou e soltou aos seus amigos faltavam apenas cinco segundos para a bomba explodir, sem um pingo de paciência para desativa-la eles colocaram a bomba no elevador mandaram-na para cima e se afastaram o mais de pressa possível. A bomba explodiu destruindo todo o quarto de Janderson.
- Ufa. Ainda bem, pensei que ia virar carne assada! – Disse Pedrinho.
- Ou melhor, churrasco de porco! – Disse Carolina.
- Não é hora pra isso pessoal, precisamos impedir que Janderson domine o mundo. – Disse Dennis.
- Mas como, ele já deve estar a trinta mil pés agora, como vamos alcança-lo?
- Espera! Eu me lembro de ter visto uma coisa. – Disse Pedrinho indo em direção ao hangar.
- Ali está. – Pedrinho apontou para o um pequeno jato, cinzento que havia visto antes.
- Ótimo. Alguém sabe pilotar jatinho? – Perguntou Anna.
- Não importa se alguém sabe ou não, é a nossa única chance! – Disse Dennis.
- Antes eu consegui ligar a aeronave do Janderson utilizando um controle remoto, mas eu não o tenho agora. – Disse Pedrinho.
- Talvez não deva ser tão difícil pilota-lo. Vamos! – Disse Dennis.
- Não podem ir sem min. – Disse uma voz familiar, era Alice, vestida como uma guerreira de calça jeans, botas, luvas deixando aparecer os dedos, uma camiseta rosa, uma mascara preta de gato com fitinhas rosa nos lados e com suas espadas. Porém as suas roupas estavam meio chamuscadas.
- Alice? – Pedrinho não havia lhe reconhecido direito.
- Caramba o que foi que vocês fizeram? – Perguntou Alice. – Eu vim aqui para confrontar o Janderson, mas quando eu fui pegar o elevador o guarda-roupa explodiu, eu voei pelos ares e fiquei toda queimadinha. Eu hein!
- Alice, estamos muito ocupados indo impedir o seu primo! Porque você quer vir com agente? – Disse Anna.
- Porque você é a minha melhor amiga, todos vocês são! – Pedrinho perguntou:
- Até eu? – Alice respondeu.
- É claro que com exceção de você e da Carolina.
- Continue! – Disse Anna.
- Ah sim! Anna eu sei que você esta muito irritada comigo, mas eu quero muito ser sua amiga... E eu te acho linda e descolada, não tanto quanto eu né, mas eu ainda posso ser sua amiga?
- É claro Alice eu também quero muito continuar a ser sua amiga, me perdoe pelo o que eu te disse naquela hora, eu amo você, mesmo sendo bem defeituosa!
- Ai, eu te adoro! – Alice levantou os braços e correu para abraçar Anna.
- Espera! Não tá esquecendo-se de nada não?
- De que?
- Eu te pedi desculpas pelo o que eu falei, mas e você?
- Ai! Anna você sabe o que eu penso sobre pedir desculpas, isso queima o meu filme!
- Alice! – Rosnou Anna.
- Tá bom! – Alice suspirou. – Me desculpa amiga. – Alice e Anna se abraçaram, em verdadeira amizade.
- Você é impossível, hein? – Murmurou Anna.
- Muito bem pessoal, mas agora vamos. Temos que alcançar o Janderson. – Em quanto Dennis dizia isso uma enorme trovoada despencou do céu, fazendo todo o laboratório tremer. Carolina falou:
- A Chuva Mutante, começou.
As pessoas de toda a cidade, de Fortaleza, ficaram muito assustadas com as enormes nuvens negras e tempestuosas que estavam cobrindo a cidade trazendo relâmpagos e trovões. Todos paravam até de fazer o que estavam fazendo para, sair para as calçadas para observar as nuvens monstruosas que fazia o céu estrelado desaparecer lentamente. Francisco, o pai de Dennis, que estava em seu carro “preso” em um congestionamento, se assustou quando olhou para o céu, e viu a tempestade, vindo em sua direção.
- E caramba, tem chuva vindo ai! – Logo depois que ele disse isso, de repente, viu um clarão azulado ao seu lado acompanhado de um estrondo muito forte, que fez o chão tremer e então uma arvore em chamas caiu ao lado de seu carro. Um raio havia acertado uma árvore a poucos metros dele, o que fez ficar com um calafrio na espinha. Até o sinal, abriu, Francisco pisou fundo no acelerador e seguiu em frente, quando foi surpreendido outra vez, um carro estacionado a sua esquerda foi atingido por um raio e depois outro carro em movimento bem perto, a sua direita, lhe deixando muito apavorado. Não havia uma gota d’água caindo do céu, mas raios caiam de um por um, acertando automóveis, casas, postes e árvores. Dona Tereza estava muito preocupada, uma parte era porque se aproximava uma tempestade à outra parte era porque Anna estava desaparecida a noite toda.
- Anna! Anna cadê você? – Gritava Tereza.
- Mãe se acalma, ela vai ficar bem, ela deve estar na casa de algum amigo dela. – Disse João tentando acalma-la.
- Não estou preocupada se ela está bem, eu quero saber onde foi que o Dennis se meteu com a minha filha! – E saiu Tereza gritando pela rua:
- Anna, Anna? Vem pra casa agora! – Dona Tereza percebeu que as pessoas na rua estavam assustadas olhando para o céu, quando ela levantou os olhos, se deparou com um redemoinho de nuvens, fazendo trovoadas no céu. E então gotas de chuva esverdeadas começaram cair, Tereza continuava a gritar e João continuava a tentar acalmar sua mãe. Quando de repente, Dona Tereza sentiu uma sensação desconfortável sobre o corpo e parou de gritar, todos que estavam levando aquela chuva sentiram a mesma sensação de Tereza. Sobre a pele da mãe de Anna começou a crescer escamas esverdeadas, seus olhos ficaram mais claros e sua pupila ficou vertical, se tornando uma fenda em seu olho, sua língua ficou mais fina e com ponta dupla. Tereza estava se transformando em uma mutante-lagarto e todos os outros que estavam sobre aquela chuva estavam também se transformando em mutantes, de tipos variados. Janderson em sua aeronave que assistia a tempestade acima das nuvens estava comemorando a sua vitória disse:
- Uma nova era começa! – Junior, que estava pilotando a aeronave, o interrompeu.
- Janderson?
- O que é? – Murmurou ele.
- Tem alguma coisa se aproximando muito rápido de nós. – Junior mostrou-lhe no radar.
- Deve ser algum jato da força aérea, disfarça, disfarça! – Disse Janderson.
- Mas Janderson. – Disse Priscilla, que era a copiloto. – É o nosso jato!
- Não pode ser! – Gritou Janderson. A alguns quilômetros atrás da aeronave de Janderson, nas nuvens da tempestade surgiu, o Jato de Janderson, o seguindo a toda velocidade.
- Onde você aprendeu a pilotar isso, Pedrinho? – Perguntou Dennis.
- É igualzinho à “Adrenalina nas Alturas”. – Respondeu Pedrinho.
- Ai meu Deus, se eu soubesse que agente ia, morrer, vocês bem que podiam ter me avisado né? – Murmurou Carolina. Em quanto isso na aeronave de Janderson, Julie falou:
- Janderson eles querem falar com você. – Janderson pegou os fones e disse:
- É parece que uma bomba, não foi o suficiente! – Dennis perguntou sarcástico.
- Você não acha que já nos subestimou demais? – Janderson respondeu:
- É eu acho. Escuta, não sei o que vocês querem mais saibam que não adianta mais, A Chuva Mutante já começou, não a como para-la! – Alice falou:
- Vamos aterrissar, Janderson e ter uma conversa em algum lugar, que não seja no seu laboratório, ou será que é covarde demais pra isso? – Janderson explodiu de raiva, mas abriu um sorriu e falou:
- Tá legal, mas eu tenho uma ideia, eu faço tudo que vocês quiserem se vocês me alcançarem.
- Ok. – Disse Alice. Janderson mandou Junior e Priscilla aumentarem a velocidade. Quando Dennis, percebeu que Janderson estava se distanciando, mandou fazerem a mesma coisa. As turbinas do jato eram tão potentes, que todos dentro do jato, que estavam em pé ou sentados, foram puxados para trás. Pedrinho disse:
- É um pena eles estarem competindo com um jato! – Anna falou.
- Dennis, precisamos parar essa corrida ridícula, precisamos atacá-lo!
- Mas assim, sem avisar? – Perguntou Dennis.
- Dennis eles tentaram nos matar! – Exclamou Anna.
- Tudo bem, Pedrinho quais são as armas que temos?
- Ah... Temos misseis. – Disse Pedrinho.
- Acionem eles. – E então dois misseis, partiram do jato, indo em direção à aeronave de Janderson.
- Chefe, lançaram dois missei pra nos. – Disse Junior.
- Lancem mais doía para eles, ora! – Respondeu Janderson. E então a aeronave, lançou dois missei bem maiores para trás, Pedrinho sabia que aqueles missei iriam acertar as asas do jato, então gritou:
- Galera se segura ai! – Pedrinho torceu o volante para a esquerda, fazendo o jato girar voltas e voltas no ar, como se fosse um ventilador e então os misseis, passou pelo jato, sem o atingirem.
- Que estranho, por que será que eu estou sentindo o gosto do meu jantar, na minha boca? – Falou Alice. Agora o jato dos cinco estava bem mais próximos da aeronave de Janderson, mas assim que ele percebeu, mergulhou nas nuvens em meio a tempestade, os outros não perderam tempo e o seguiram, com o jato, desviando-se dos raios.
- Lancem os misseis de contra-ataque! – Gritou Janderson. E a sua aeronave lançou milhares de misseis brilhosos, mas Pedrinho desviou de todos eles.
- Pedrinho pra que serve esse botão? – Perguntou Dennis apontando para um botão amarelo com uma legenda em inglês.
- Esse botão serve para lançar alguma coisa, como um arpão.
- Eu tive uma ideia! – Disse Dennis. Ele ordenou que Pedrinho subisse o jato, deixando-o acima da aeronave, assim como Dennis mandou, Pedrinho direcionou o jato, para sobrevoar acima da aeronave.
- O que eles estão fazendo? – Perguntou Janderson.
- Pedrinho aperte aquele botão. – Ordenou Dennis. Pedrinho apertou o botão, e então algo como uma garra presa a uma corrente, foi lançado acima da aeronave.
- De novo! – Pedrinho lançou outra garra mecânica que dessa vez atingiu a asa esquerda da aeronave. Como se fosse um peixe presa num anzol, a aeronave de Janderson foi puxada para baixo do jato, deixando os dois aviões grudados um sem cima do outro.
- Estão em cima de nós! – Gritou Julie. Um raio-laser começou a perfurar a aeronave, abrindo um buraco circular no teto e desse buraco saíram cinco cordas e dessas cordas desceu Dennis, Anna, Carolina, Pedrinho e Alice. Deixando Janderson boquiaberto.
- A aposta era vocês fazerem tudo que agente quiser não é? Rendam-se! – Ordenou Dennis. Julie, Junior e Priscilla levantaram-se de seus lugares e se juntaram a Janderson.
- Mas nem pensar! – Falou Priscilla.
- Janderson, eu sei que você tem umas amostras do Purificador de Genes,limpe a chuva agora!
- Vão ter que passar por cima dos meus capangas primeiro.
- A qual é Janderson isso é covardia. – Disse Pedrinho. – Você quer que agente. Cinco mutantes lutem com três humanos. – Junior, Priscilla e Julie começaram a rir.
- Como você tem certeza que eles são humanos, quando estavam fugindo de bicicleta não notaram nenhum comportamento estranho neles? – Perguntou Janderson.
- Agora que parei pra reparar, você tem razão. – Respondeu Anna. Janderson deu uma risada.
- Ah, meus caros acho que eu me esqueci de falar pra você, mas a verdade é que vocês, não foram os primeiros mutantes a serem criados no meu laboratório.
- Suspeitei desde o principio! – Alice o insultou.
- A Julie, assim como Alice, ela tem o gene de um animal da classe dos felinos, o gato. – Disse Janderson.
- Gatinha malvada! – Murmurou Anna.
- A Priscilla. – Continuo Janderson. – Ela tem o gene de um animal, da família dos caninos, o lobo. E vocês conhecem aquele ditado, “Cão que ladra não morde”? Com ela podem esquecer isso! – Priscilla rosnou concordando.
- O Junior, eu achei que ele ia nos atrapalhar, mas eu acabei me enganando ele se mostrou um ótimo vilão, apesar de ser o mais novo entre nós, só tem apenas dez anos. – Todos se espantaram.
- Priscilla? – Perguntou Alice. – O seu irmão Junior ele é mais novo do que você?
- É, é que quando eu saia com o Janderson e a Julie, ele sempre queria vir junto, então o Janderson transformou ele em mutante também.
- Mas o que foi que você deu pra ele, a vitamina do Arnold Schwarzenegger? – Perguntou Pedrinho.
- É por ai, eu dei a ele a força, esse garoto é mais forte do que um toro e muito mais resistente do que o ferro! Agora, meus queridos, pensem melhor o que é covardia, Ah-ah-ah-aaaaaaaaaah! – Janderson começou a gargalhar e foi ao comando da aeronave.
- Carolina procure o Purificador de Genes. – Cochichou Dennis para Carolina.
- Tá legal. - As unhas nas mãos de Julie começaram a crescer e os dentes caninos dela começaram a esticar.
- E aí, queridinha, tá a fim de brincar de pega-pega de novo? – Disse Julie tentando intimidar Anna, porém Anna cheia de coragem respondeu:
- Eu estou sim, mas dessa vez tá comigo! – Anna começou a gritar e pulou encima de Julie e começou a estrangula-la, enquanto Julie puxava os cabelos de Anna. Priscilla começou a rosnar feito um cão.
- Não devia ter voltado pro seu grupo gatinha! – Falou Priscilla.
- Porque, vai encarar? – Perguntou Alice.
- Lembra-se da ultima vez que se viu vimos? Você me chamou de vagabunda e eu não gostei nem um pouco disso!
- É, mas eu estava enganada, você não é vagabunda, você é uma cachorra um vira-lata! – Priscilla começou a rosnar mais alto ainda, e os seus dentes caninos começaram a crescer. Alice sacou suas espadas e começou a golpear Priscilla, mas ela desviava de todos os ataques.
- Vem sua cachorra, me ataca! – Gritou Alice. Priscilla pulou sobre ela, mas Alice chutou-lhe no tórax, jogando Priscilla para trás. Dennis e Pedrinho lutavam de todo jeito com Junior, mas nada que faziam o derrubava. Junior trincou os dentes, e então de repente, seus músculos começaram a crescer, o braço esquerdo de Junior inchou rasgando a manga de sua camisa, logo em seguida o outro e então o peito dele começou inchar como um balão, transformando sua camisa em retalhos, o corpo de Junior estava crescendo mais ainda.
- É como o Hulk, só que sem a pele verde! – Disse Pedrinho, tremendo de medo. Junior começou dar seus passos pesados em direção a eles. Pedrinho lançou espinhos no peito de Junior, mas sua pele era tão maciça que nenhum espinho se quer encravou em sua pele.
- É estamos perdidos!
- Não Pedrinho, calma. Quanto mais alto for, mais forte é o tombo não é? – Disse Dennis.
- Que diabo você quer dizer, com isso? – Exclamou Pedrinho.
- Presta atenção. – Dennis começou a chamar a atenção de seu adversário.
- Junior! Vem cá, vem?
- O que você quer ô Mané, quer que eu faça você voar pelos ares que nem da ultima vez? – E então Dennis explodiu de raiva.
- Pedrinho, esquece o que eu falei! – Dennis colocou os seus dentes para fora e partiu pra cima de Junior. Ele que já esperava por isso, socou o Dennis no rosto, jogando-lhe para o lado. Pedrinho Gritou:
- Ei cara deixa ele em paz! – Junior foi dar um soco em Pedrinho, mas ele se abaixou e Junior acertou Dennis no estomago, que havia acabado de se levantar.
- Dennis, qual é? – Disse Pedrinho, que logo em seguida voltou-se para Junior e disse:
- Isso foi muito atrevimento seu! – Junior chutou Pedrinho no peito empurrando-o para traz. Quando Dennis viu aquilo rapidamente levantou-se.
- Não Dennis, ele é forte demais! - Disse Pedrinho. Porém Dennis o ignorou. Junior disse-lhe:
- Ah, qual é garoto, você não se cansa de apanhar? – Dennis respondeu.
- Posso deixar que você me humilhe, pode me quebrar em pedaços, pode acabar comigo, mas não vou ficar sentado, vendo alguém machucar o meu amigo!
- Era tudo que eu queria ouvir! – Junior deu outro soco em Dennis, mas dessa vez ele segurou a sua mão e torceu o seu braço.
- Não, não para, por favor, por favor! – Implorou Junior.
- Isso foi pelo o que você fez com Dennis! – Pedrinho, sabia que um soco em Junior quebraria a sua mão, então ele deu uma joelhada no abdômen dele.
- Muito obrigado Pedrinho, mas eu ainda não terminei. – Dennis arreganhou as presas e deu uma mordida no pescoço de Junior, derramando sangue pelo corpo dele. Até que Dennis o largou e Junior caiu sangrando, paralisado no chão. Pedrinho falou:
- Quero é ver, ele mexer com você agora! – Dennis sorriu assustando a Pedrinho, com os seus dentes ensanguentados. Carolina foi até o posto, onde Julie estava ela viu no painel de controle que os reservatórios de Eau Mutant estavam vazios, mas os de Purificador de Genes estavam cheios, quando Carolina ia apertar o botão para liberar a outra fórmula, de repente Janderson segurou o seu braço assustando-a.
- O que pensa que está fazendo pirralha! – Gritou Janderson.
- Salvando o mundo de você! – Carolina pisou bem forte no pé de Janderson, o fazendo pular de dor.
- Ei seus imprestáveis? – Gritou Janderson, para os seus capangas. – Será que alguém pode vim aqui e impedir essa garotinha! – Quando Carolina viu Julie, Priscilla e Junior indo pra cima dela, não perdeu tempo e apertou o botão.
- Não! – Gritou Janderson. As capsulas nas asas da aeronave, começaram a soltar a segunda fórmula, o Purificador de Gene nas nuvens e então a chuva que era verde, ficou amarela, fazendo as pessoas voltarem a ser humanas de novo. Dennis Falou:
- Já era Janderson! O seu plano foi por água abaixo, literalmente, renda-se! - Janderson virou-se para Dennis e lhe apontou uma arma.
- É melhor tomar cuidado, essa aqui atira balas de chumbo. – Alice murmurou.
- Ai, Janderson uma pistola, isso é tão primitivo pra alguém como você!
- Querem sabe de uma coisa? – Janderson pegou uma maleta, com cinco seringas dentro dela.
- Janderson você não vai fazer o que eu estou pensando, vai? – Perguntou Priscilla preocupada.
- Ah, vou sim! – Respondeu Janderson.
- Nessas seringas, está à mutação deles, se aplicar todas em você, não sabemos o que pode acontecer!
- Se quiser um bom mutante, Priscilla, seja ele então. – Janderson pegou as seringas e de uma por uma, começou aplica-las em seu braço. Depois de secar todas as seringas, em si mesmo Janderson falou.
- Cansei de ter mutantes... Trabalhando... Para min! – A pele de Janderson começou a cobrir de suor.
- Agora eu... Eu... – Sua respiração começou a enfraquecer.
- Janderson tá tudo bem? – Perguntou Priscilla.
- Não toque em min! Agora eu vou ser o meu próprio mutan... – Janderson pareceu ter se engasgado, depois começou a gemer e em seguida a gritar. E então Janderson, começou a de transformar em um monstro, seu corpo começou a crescer, suas roupas se rasgaram, e labaredas de fogo azul cobriram o seu corpo, de suas costas haviam crescido enormes asas de morcego, que ainda queimavam o fogo azul, nos seus braços e em suas pernas havia espinhos, em suas mãos enormes garras afiadas, seus dentes caninos estavam enormes e seus olhos, estavam azuis assim como o seu próprio fogo. Janderson disse:
- Não foi tão ruim como pensei! – Todos ficaram apavorados com Janderson.
- E então, estão preparados para sofrer as consequências?
- Sempre estivemos prontos pra te derrotar Janderson! – Disse Carolina.
- Hum, estou com um apetite por carne!
- Janderson! – Gritou Alice. – Esqueça eles. É a min que você quer.
- Isso! – Rosnou Janderson. Alice puxou suas espadas e enfrentou seu primo, mas ele desviava-se de todos os golpes. Alice tentou feri-lo no seu ombro, mas Janderson desviou e lançou um espinho no braço de Alice, fazendo com que ela largasse a espada, ele fez a mesma coisa no outro braço, deixando-a desarmada, Janderson lhe deu uma rasteira derrubando-a no chão. Anna percebeu que Janderson iria ataca-la então lançou uma bola de fogo no rosto dele.
- Fique longe dela! – Gritou Anna.
- Não sabe onde está se metendo Anna Beatriz!
- Não machuque a minha amiga! – Anna pôs suas asas para fora, deu um saltou e com os dois pés chutou Janderson no peito. Janderson caiu pra traz, mas soltou espinhos nas asas de Anna, que gritou de dor e caiu. Ao ver isso Pedrinho, explodiu de Raiva e disse:
- É de espinhos que você gosta não é?
- Cai fora gorducho! – Disse Janderson.
- Ninguém toca na minha mulher! – Pedrinho lançou milhares de espinhos no rosto de Janderson. Que grunhiu de dor, Janderson fez o corpo entrar em chamas, destruindo os espinhos.
- Maldito! – Janderson com suas garras arranhou o rosto de Pedrinho.
- Ei Janderson, porque não pega alguém do seu tamanho?– Gritou Dennis.
- Tem razão! – Como uma flecha Janderson disparou na direção de Dennis, sem nem poder acompanhar os seus movimentos, Janderson arranhou o rosto de Dennis, espirrando sangue no chão. Dennis socou o rosto de Janderson e depois em seu estomago. Dennis aproveitou-se que seu adversário estava caído no chão e correu para o painel de controle, onde Janderson estava, quando Dennis se virou, Janderson estava bem atrás dele e então Dennis apontou a pistola de Janderson no rosto dele.
- Espero que seja aprova de balas! – Disse Dennis.
- Você não tem coragem. – Falou Janderson.
- Você não acha que está já nos subestimou demais? – Janderson ficou sem resposta. Dennis fechou os olhos e aperto o gatilho. E ouviu-se um papoco. Quando Dennis abriu os olhos Janderson estava caído no chão, mas Dennis não havia acertado ele, foi Priscilla que havia atirado em Janderson com um dardo tranquilizante, em suas costas.
- Obrigada por não atirar nele! – Priscilla agradeceu a Dennis. A asa da aeronave que, a garra mecânica estava presa, começou a pegar fogo e explodiu as eles param de funcionar e a aeronave começou a cair.
- O motor dois, não está funcionando! – Gritou Junior.
- Pessoal hora de ir embora! - Disse Dennis. Ele, sua prima e seus amigos subiram na corda e voltaram para jato, de onde vieram.
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